Um Prefácio que se Tornou Amizade
Eu conheci-o no Instagram, quase por acaso, como tantas outras coisas que começam sem aviso e acabam por marcar mais do que esperamos. Escrevi-lhe sem grandes expectativas — na verdade, sem expectativa nenhuma — e, para minha surpresa, ele respondeu. A partir daí, algo simples começou a ganhar forma. Quando terminei de escrever “Rua em Cerejeira em Flor” , senti um impulso quase inexplicável e pedi-lhe, com alguma hesitação, se estaria disposto a escrever o prefácio. Não era um pedido pequeno. Ainda assim, ele aceitou. E não ficou por aí. Depois de escrever o prefácio, não se limitou a desejar-me sorte. Foi mais longe — indicou-me editoras, recomendou o meu trabalho, abriu portas usando o seu próprio nome. Foi um gesto raro, generoso, daqueles que não se esquecem facilmente. A...





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