Supergirl: o filme da DC que me fez rir, sorrir e ignorar as críticas - vale a pena ver? A minha opinião sincera (sem spoilers)as
Vi Supergirl, o segundo filme do
novo universo da DC, com um certo medo. Tinha sido detonado pelos críticos e
por muita gente que só vive e respira Marvel. Mesmo assim, fui ver.E nunca me
diverti tanto com um filme de super-heróis desde o Superman deste mesmo
universo.Supergirl tem um espírito parecido com o dos Guardiões da Galáxia, mas
mais realista e mais bem construído. Criaram idiomas para os extraterrestres.
Até em Krypton existe uma língua própria. Nos filmes anteriores, o Jor-El
falava inglês como se fosse natural. Agora faz sentido: Krypton era um planeta
muito mais evoluído que a Terra. A frase da mãe do Superman — de que nós,
terráqueos, ainda estávamos na idade das cavernas — finalmente tem peso.Sorri
várias vezes. Diverti-me de verdade. Não acho que seja um filme mau. Muita
gente parece querer apenas filmes da Marvel e critica tudo o que vem da DC por
princípio. Mas a DC tem uma história mais sólida e bem trabalhada.É como com o
Homem-Aranha: o primeiro filme do Sam Raimi não é nenhuma obra-prima, e ainda
assim muitos tratam-no como se fosse. Prefiro o Fantástico Homem-Aranha com
Andrew Garfield. O Raimi só acertou mesmo no segundo; no terceiro já caiu.E
sim, o Superman aparece neste filme. Quando o vi no ecrã, virei-me para a minha
mãe e disse: “Olha o Superman!”. Ela ficou a olhar para mim, admirada.Se gostam
de super-heróis e querem divertir-se de verdade, vejam Supergirl. Não liguem às
críticas.Que filme bom. Muito bom.
Sou autista e gosto de ir contra a corrente.



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