“De Tracy Chapman a Luke Combs: uma paixão que virou sonho”

 

Tenho uma cantora de eleição: Tracy Chapman, uma paixão que herdei do meu irmão. Foi através dessa ligação que a música passou a ter um significado ainda mais especial para mim. Mais tarde, descobri o Luke Combs quando ele fez um cover de “Fast Car”, precisamente a minha música preferida da Tracy Chapman — e foi aí que tudo começou.

Em 2024 ou 2025, assisti a um momento único: os dois partilharam o palco num dueto numa cerimónia de prémios de música. Esse instante marcou-me profundamente. A partir daí, fiquei fã do Luke Combs. Fui à procura da sua música, comecei a ouvi-lo com mais atenção… e nunca mais parei.

Hoje tenho CDs e vinis dele, e considero o vinil “Father and Sons” não só o melhor trabalho da sua carreira, mas também o melhor vinil que já ouvi até hoje. Há uma autenticidade e uma emoção na sua voz que me tocam de uma forma difícil de explicar.

Nos concertos, há um detalhe que acho especial: ele usa sempre bonés e, por vezes, oferece-os a fãs — normalmente a quem vem de mais longe para o ver. Eu próprio já preparei um cartaz, na esperança de que ele o veja. Pode parecer um gesto simples, mas para mim seria um momento inesquecível.

O Rui diz que é possível, desde que eu lute por este sonho. E é exatamente isso que vou fazer: lutar até ao fim.

No meu mundo musical, há dois cantores de eleição: Luke Combs e Rui Veloso. E, ao nível das bandas, coloco no topo os Beatles e os Pink Floyd — ou até três, se incluir também os Pearl Jam. São referências que fazem parte da minha vida e da minha forma de sentir a música.

No fundo, esta é uma história sobre paixão, influência e sonhos — e sobre como a música consegue ligar pessoas, momentos e emoções de uma forma única


                                                                                                                                         André Vilaça



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