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o primeiro encontro - Isto não é uma história de aliens
Naves alienígenas aparecem nas principais cidades do mundo. Perante o mistério, uma linguista e um militar são chamados para tentar decifrar as estranhas mensagens dos visitantes. À medida que o filme avança, acompanhamos passagens da vida da protagonista que julgamos ser o seu passado… mas, na verdade, são vislumbres do futuro.
Ao comunicar com os extraterrestres, ela começa a ter visões de uma vida que ainda não viveu — um futuro onde tem uma filha que acaba por morrer de cancro. Mesmo sabendo o que a espera, ela escolhe viver esse destino, abraçando cada momento.
Enquanto o mundo entra em pânico e se prepara para atacar os visitantes, a linguista, guiada por uma dessas visões, consegue impedir o desastre e salvar a humanidade. No final, percebemos que este filme não é realmente sobre extraterrestres, mas sim sobre tempo, linguagem e o poder das escolhas.
Vi este filme quando passou na televisão e fiquei completamente fascinado com a história. Não é aquele típico enredo de invasões e explosões em massa, centrado na América. É uma narrativa profunda, que nos faz pensar — sobre como comunicamos, sobre o tempo, e sobre o sentido da vida.
É um daqueles filmes que ficam connosco muito depois de acabarem. E eu, sinceramente, adoro este tipo de cinema.
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